Desporto Sporting dispara 21,5% a recuperar de tombo na sexta-feira

Sporting dispara 21,5% a recuperar de tombo na sexta-feira

As acções do Sporting continuam com forte volatilidade na bolsa portuguesa, em linha com os dias agitados que o clube vive actualmente.
Sporting dispara 21,5% a recuperar de tombo na sexta-feira
José Sena Goulão/Lusa
Negócios 18 de junho de 2018 às 10:58

O Sporting recuperou hoje na bolsa portuguesa, sendo que na chamada das 10:30 as acções disparam 20% para 0,78 euros. Nessa altura foram transaccionados apenas 145 títulos, o que se situa bem abaixo da média diária dos últimos seis meses: 1.622 acções. Mas na chamada das 15:30 as acções reforçaram os ganhos, subindo 21,54% para 0,79 euros e já com uma liquidez acima da média (foram transaccionados 2.861 títulos).


A subida de hoje permite recuperar do tombo de 17,72% sofrido na sexta-feira, em linha com a forte volatilidade registada pelos títulos nas últimas sessões (dispararam 29,51% na quarta-feira, 13 de Junho) e com os dias turbulentos vividos pelo clube nas últimas semanas.


Na sexta-feira as acções estiveram a reagir à rescisão de jogadores: Rúben Ribeiro, Rodrigo Battaglia, Rafael Leão, Bas Dost, Gelson Martins, William Carvalho, Bruno Fernandes, Rui Patrício e Daniel Podence.


A evolução das acções acontece a poucos dias da assembleia geral que pode ser decisiva para o futuro do clube. Os sócios do Sporting vão reunir-se em assembleia geral extraordinária a 23 de Junho, sendo que em cima da mesa está a destituição do conselho directivo liderado por Bruno de Carvalho.

Apesar da actual direcção estar suspensa, o Sporting já terá chegado a acordo com o treinador para a próxima época. Sinisa Mihajlovic chegou a Lisboa já depois da meia-noite e será apresentado esta segunda-feira depois de assinar um contrato de três temporadas, noticiou o Record.


Em cotadas como o Sporting, que têm pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa, a negociação não é contínua, mas sim por chamada. Ou seja, as ordens só entram duas vezes por dia: uma às 10:30 e outra às 15:30. 


Se as ordens que tiverem entrado corresponderem a uma variação superior a 10% face à última negociação (a partir da qual é espoletado o travão automático), as acções ficam congeladas. Contudo, na chamada seguinte a variação já pode superar os 10%, porque o valor de referência vai mudando.

(notícia actualziada com a variação das acções na chamada das 15:30)




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