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Benfica prevê equilibrar contas já na próxima época

Domingos Soares de Oliveira, presidente da comissão executiva da SAD do Benfica, quer encerrar a longa série de resultados operacionais negativos. Lucros sem vender jogadores, é o lema.

Negócios negocios@negocios.pt 08 de Abril de 2005 às 06:06

Domingos Soares de Oliveira, presidente da comissão executiva da SAD do Benfica, quer encerrar a longa série de resultados operacionais negativos. Lucros sem vender jogadores, é o lema.

A SAD do Sport Lisboa e Benfica está em condições de atingir o «break-even» até ao final do próximo exercício. Até Julho de 2006, o clube prevê alcançar o equilíbrio de contas, não só a nível consolidado, mas em cada uma das empresas do universo benfiquista, garantiu ao Jornal de Negócios Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD e presidente da comissão executiva. Com o seu plantel «praticamente amortizado» as expectativas do clube passam por aumentar receitas sem recorrer à venda de jogadores. Estes são alguns dos objectivos estratégicos definidos no modelo de governação aprovado pela direcção do clube em Dezembro de 2004.

«O Benfica, é sabido, não tem tido resultados positivos ao longo dos últimos anos. Mas, a tendência neste momento é claramente positiva pelo que sabemos perfeitamente quando é que o Benfica vai chegar ao equilíbrio das suas contas: o clube tem condições para, entre este exercício de 2004/05 (que termina em Julho) e o próximo, vir a atingir o ‘breakeven’», ou seja, começar a gerar resultados operacionais positivos e libertar dinheiro para começar a reduzir o passivo, que se mantém alto.

Recorde-se que, de acordo com o último Relatório e Contas do clube, divulgado em Janeiro, no exercício de 2003/04 o clube registou um resultado líquido negativo de 7,98 milhões de euros, representando um agravamento de 21% face ao exercício anterior. Mesmo assim, as contas do clube davam já sinais de melhoria, com os seus prejuízos operacionais a recuarem de 12,69 para 5,91 milhões de euros, valores nos quais estão incluídos «as mais ou menos-valias provenientes da alienação de passes de atletas», explicou então o clube.

Leia a notícia na íntegra na edição de hoje do Jornal de Negócios.

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