Cantor Fitzgerald partilha lucros com famílias das vitimas dos ataques terroristas
Cantor Fitzgerald, uma empresa que perdeu 700 trabalhadores com os ataques terroristas ao World Trade Center, vai oferecer um seguro de vida por 10 anos às famílias das vitimas e distribuir os seus lucros por 5 anos.
Cantor Fitzgerald, uma empresa que perdeu 700 trabalhadores com os ataques terroristas ao World Trade Center, vai oferecer um seguro de vida por 10 anos às famílias das vitimas e distribuir os seus lucros por 5 anos.
Esta corretora americana que perdeu 700 dos seus empregados no atentado de 11 de Setembro vai oferecer às famílias das vitimas 25% da participação dos lucros que costumava ser distribuída pelos accionistas.
Essa partilha de lucros decorrerá durante 5 anos, ou até cada família receber pelo menos 100 mil dólares (109,45 mil euros e 21,94 mil contos).
«Nós queremos cuidar destas famílias a longo prazo» disse Howard Lutnick, chefe executivo da Cantor. Os 700 empregados, vitimas do atentado, eram pais de cerca de 1.500 crianças.
A Cantor Fitzgerald vai transferir parte das suas negociações para uma das suas empresas, a Espeed, donde poderá retirar no futuro um maior lucro, disse Lutnick numa conferência de imprensa.