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Desempregados de multinacionais arranjam empregos melhores

Um estudo segue o regresso ao mercado de trabalho e avalia a “oportunidade económica” e o impacto no empreendedorismo após o encerramento de subsidiárias, que destroem uma média de 6.300 empregos por ano em Portugal.

Egídio Santos
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 03 de Outubro de 2018 às 07:00
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Um trabalhador despedido de uma empresa multinacional (EMN) que encerra actividade em Portugal, comparado com um desempregado pelo fecho de uma firma nacional, tem maior probabilidade de arranjar colocação no mesmo concelho (64% vs. 57%), no mesmo sector de actividade (48% vs. 31%) e também de conseguir um novo emprego, logo no ano seguinte, numa empresa recém-criada (34% vs. 13%), o que indica a "importância que estes trabalhadores têm em actividades de empreendedorismo"....
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