Matthew Michael: Ouro ainda vai subir mais. Prata não é tão atrativa
Para o analista da Schroders, o ouro continuará resiliente, apesar da potencial volatilidade que vá encontrando. Já os níveis atuais da prata não devem ser sustentáveis a longo prazo. No reino dos metais industriais, é o cobre que comanda.
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Prever o preço de determinados ativos nos mercados é um difícil exercício de futurologia. Há sempre muitos fatores a ter em conta e imponderáveis de que ninguém se lembra – como cisnes negros que chegam, esvoaçam, sobrevoam e mudam todo o cenário. No caso das matérias-primas, e mais concretamente quando falamos de metais preciosos, o potencial rumo do ouro é sempre mais complexo de antecipar – e isto devido a uma especificidade muito própria: funciona como uma moeda. Por isso mesmo, “o que vai impulsionar o seu preço, em última análise, é a procura”, sublinha Matthew Michael, analista de matérias-primas e de dívida dos mercados emergentes na Schroders.
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