Transportes Escadas do metro da Baixa vão ser substituídas em investimento de 1,5 milhões

Escadas do metro da Baixa vão ser substituídas em investimento de 1,5 milhões

O metro da Baixa- Chiado vai sofrer obras na saída poente da estação, que arrancam em Setembro e vão custar mais de um milhão de euros. A entrada não será, contudo, vedada, e estão asseguradas estruturas para ajudar à subida.
Escadas do metro da Baixa vão ser substituídas em investimento de 1,5 milhões
Mariline Alves
Negócios 31 de agosto de 2018 às 12:17

As escadas rolantes da estação da Baixa-Chiado, do metro de Lisboa, vão ser substituídas. As obras, que não impedirão a circulação, vão custar um total de 1,5 milhões de euros e iniciam já em Setembro.

Para já, há duas fases previstas de intervenção, que vai permitir a "substituição integral de dois lances de escadas mecânicas e infra-estruturas". A primeira tem data prevista de conclusão para o final do corrente ano e a segunda fase para final do segundo semestre de 2019.

O objectivo das alterações é melhorar a acessibilidade, "face ao elevado fluxo de passageiros que se verifica nessa estação", explica o Metropolitano de Lisboa em comunicado. Para isso, é necessário instalar "equipamento novo e mais resistente", defende, uma vez que o actual se encontra "em fim de vida útil e em situação de notório desgaste de funcionamento".

Para garantir a circulação dos passageiros, vai existir sempre um lance em funcionamento para facilitar a subida e apenas a descida deverá efectuar-se através das escadas pedonais. "As pessoas de mobilidade reduzida poderão utilizar a plataforma elevatória para cadeiras de rodas existente junto ao corrimão, no acesso à Rua do Crucifixo, mediante solicitação ao agente do Metropolitano que se encontrar na estação", acrescenta a empresa.

As remodelações estão a cargo do Metropolitano de Lisboa, mas vai ser a alemã ThyssenKrupp a pôr "mãos à obra".

Esta acção integra um plano mais vasto no domínio da "Acessibilidade e Segurança para Passageiros Idosos, Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida" que prevê a intervenção, até 2023, de mais 14 estações. Paralelamente estão a ser equipadas estações com rampas para cais/comboio/cais para deficientes com cadeiras de rodas.




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