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Gillette Portugal estima crescimento das vendas inferior a 7% este ano

A Gillete Portugal, grupo que comercializa também as marcas Duracell, Oral B e Brown, estima apresentar crescimentos nas vendas, no final do ano, inferiores a 7%. O grupo está apostado em manter a liderança nas vendas de pilhas no nosso país.

Bárbara Leite 13 de Novembro de 2003 às 17:35
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A Gillete Portugal, grupo que comercializa também as marcas Duracell, Oral B e Brown, estima apresentar crescimentos nas vendas, no final do ano, inferiores a 7%. O grupo está apostado em manter a liderança nas vendas de pilhas no nosso país.

«Estamos a cumprir o nosso plano de negócio para Portugal, mas já antecipávamos uma quebra no crescimento das vendas no conjunto deste ano face ao ano passado que está relacionada com a redução da procura», disse ao Canal de Negócios Solange Farinha, presidente do grupo.

Nos últimos cinco anos, a Gillette Portugal tem tido taxas de crescimento médias na ordem dos 7 a 8%.

No segmento das lâminas e na pilhas, a Gillette Portugal assume uma posição de liderança. Na primeira área, a Gillette vende cerca de 80% das lâminas consumidas no nosso país e a Duracell controla 55% de quota no comércio de pilhas neste mercado, avançou a mesma fonte, na apresentação para comemorar o 30ª aniversário do coelho, imagem de marca da empresa de pilhas.

Para o próximo ano, as metas são ambiciosas. «O nosso grande objectivo é manter e se possível reforçar a liderança no mercado de pilhas», disse Alberto Pinto, director de marketing do grupo Gillette.

Nesse sentido, o grupo vai renovar a imagem (com novo logótipo), apostar em novos produtos e mais investimentos na divulgação da marca.

A Duracell que faz parte deste grupo desde 1996 vende três tipos de pilhas: comuns, especiais (para fotografia ou relógios) e recarregáveis.

Esta empresa está ainda no negócio recente (desde 2002) das lanternas.

Nos últimos cinco anos, o grupo investiu 290 milhões de euros em investigação e desenvolvimento (I&D) para antecipar as necessidades do mercado. Foi a primeira, em 1974, a colocar no mercado, as pilhas alcalinas ou a primeira a lançar as pilhas de lítio nos anos 80.

Até 2008, o grupo tem já estimados investimentos de 325 milhões de euros em I&D, disse Alberto Pinto.

Os gastos em publicidade da Duracell também vão aumentar nos próximos tempos, uma vez que a reacção dos portugueses «tem sido bastante positiva» à divulgação da marca.

O grupo norte-americano instalou uma única fábrica na Bélgica que produz pilhas para serem comercializadas em todos os países na Europa, incluindo Portugal.

A Oral B, outra marca comercializada, vende cerca de 14% das escovas de dentes que são alienadas em Portugal e a Brown assume-se como líder na venda de depiladoras.

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