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Jardim Gonçalves “apela” à pacificação no BCP

Jardim Gonçalves deu ontem sinais de querer pacificar a situação que se vive no BCP na reunião do conselho geral e de supervisão (CGS) do banco. É também essa a mensagem implícita no comunicado emitido esta manhã por aquele órgão que é liderado pelo funda

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 10 de Julho de 2007 às 12:55
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Jardim Gonçalves deu ontem sinais de querer pacificar a situação que se vive no BCP na reunião do conselho geral e de supervisão (CGS) do banco. É também essa a mensagem implícita no comunicado emitido esta manhã por aquele órgão que é liderado pelo fundador da instituição.

O CGS "considera que o conselho de administração executivo tem ao dispor as condições necessárias para o seu regular funcionamento, enquanto órgão colegial e no integral respeito dos requisitos legais, bem como para assegurar a boa gestão da vida do banco através das suas estruturas e hierarquias, nomeadamente, no cumprimento dos objectivos assumidos por aquele órgão no âmbito do Programa Millennium 2010", sublinha aquele documento.

Desta forma, o órgão responsável por fiscalizar a actuação da gestão deixa uma crítica implícita às divisões que existem no seio da administração do banco. Divergências que estarão na origem da proposta de alteração de estatutos apresentada por sete accionistas e que será discutida na assembleia geral de 6 de Agosto.

Ontem, o CGS voltou a considerar que esta proposta "é inoportuna e não serve os interesses do banco, dos senhores Accionistas e demais ‘stakeholders’".

Além disso, o comunicado deixa claro que Jardim Gonçalves voltará a convocar uma nova reunião daquele órgão caso surjam novas propostas a discutir na AG do próximo mês, o que terá de acontecer até á meia-noite de hoje. O CGS, "no uso das competências que lhe estão atribuídas e em total rejeição da iniciativa subjacente à referida proposta, não deixará de analisar e avaliar qualquer outro novo requerimento ou proposta para discussão na assembleia geral extraordinária convocada para o próximo dia 6 de Agosto", refere o comunicado.

As acções do BCP seguem a descer 0,24% para 3,99 euros.

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