Pecol recupera Casa dos Parafusos com "franchising"
Quando, em jovem, João Cravina, hoje com 52 anos, ia a caminho do trabalho passando à frente da fachada amarela da Casa dos Parafusos, no número 186 da Rua da Boavista, em Santos, nunca imaginou que décadas depois seria director-geral do grupo que a comprou, reinventou e a pretende expandir para o resto do País.
Quando, em jovem, João Cravina, hoje com 52 anos, ia a caminho do trabalho passando à frente da fachada amarela da Casa dos Parafusos, no número 186 da Rua da Boavista, em Santos, nunca imaginou que décadas depois seria director-geral do grupo que a comprou, reinventou e a pretende expandir para o resto do País.
Que sentido fará, pergunta o director-geral da Pecol, "o líder ibérico na produção de parafusos" comprar uma "casa comercial com uma herança histórica de 65 anos" na mesma área? Talvez só mesmo o passo seguinte: utilizar a reforma dos seus 130 vendedores para "confiar" e "dignificar" um "franchising" à escala nacional da Casa dos Parafusos, a partir de 2011.
