Reportagem Especial: 10 anos de privatização da PT
Foi há 10 anos que a Portugal Telecom entrou em bolsa, com a primeira fase de privatização. Não perca na edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios um extenso trabalho editorial sobre os dez anos de privatização da PT, incluindo entrevistas com os tr
Foi há 10 anos que a Portugal Telecom entrou em bolsa, com a primeira fase de privatização. Hoje, a empresa já passou por cinco fases de privatização e é a maior empresa cotada portuguesa.
Não perca na edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios um extenso trabalho editorial sobre os dez anos de privatização da PT, incluindo entrevistas com os três presidentes executivos da companhia: Luís Todo Bom, Francisco Murteira Nabo e Miguel Horta e Costa.
Luís Todo Bom (presidente de 1994 a 1996), recorda os conturbados tempos de construção do acordo de empresa e afirma que «a aliança com a Telefónica de Espanha é um caminho muito perigoso», explicando porque o é e porque tinha preferido a Telecom Italia.
Cabral da Fonseca, que era presidente em 1995 da CN, a «holding» estatal que vendeu os quase 28% da PT, conta todo o processo e confessa que ainda hoje pensa em como a SEC aceitou registar a PT na bolsa de Nova Iorque.
Murteira Nabo (presidente de de 1996 a 2002) afirma que «se pudesse voltar atrás teria comprado uma operadora fixa no Brasil», detalhando as suas razões e os riscos que existem da opção então tomada. E diz que tinha preferido que o Estado tivesse mantido 10 a 15% do capital da empresa.
Miguel Horta e Costa (presidente executivo desde 2002) admite que «a PT tem sido muito bem tratada pelo mercado accionista», reconhecendo que abrir a sessão em Wall Street foi um dos momentos altos da sua carreira.
Leia o dossier completo, de sete páginas, na edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios.