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Tóquio passa a ser a localização de escritórios mais cara do mundo

A cidade de Tóquio passou a ser a localização mais cara do mundo para escritórios, apresentando um custo de 1.441 euros anuais por metro quadrado que suplanta os cerca de 1.200 euros de Londres e Hong Kong, de acordo com o estudo "Office Space Across The World 2010", da Cushman & Wakefield.

23 de Fevereiro de 2010 às 00:01

A consultora imobiliária destaca que "as principais localizações de escritórios do mundo registaram uma descida sem precedentes na procura de espaços em 2009, o que contribuiu para a primeira descida global agregada no valor das rendas prime de escritórios desde 2003".

Ao nível estatístico, a cidade chinesa de Hong Kong, que era em 2009 a que tinha o metro quadrado mais caro do mundo para escritórios, caiu do primeiro para o terceiro lugar. Tóquio subiu de segundo para primeiro lugar nesta lista e Londres ascendeu da terceira para a segunda posição entre as mais caras.

No "ranking" das localizações mais caras do mundo Lisboa manteve a 40ª posição, com um custo anual de 339 euros por metro quadrado, de acordo com a Cushman & Wakefield. A capital portuguesa apresenta um custo ao nível do de Bucareste e Telavive, sendo seguida, na posição 41, por Riade, que tem um custo anual de 310 euros por metro quadrado.

No que respeita ao mercado português, a consultora imobiliária lembra que o ano que passou foi "um ano difícil para o sector", com uma quebra na procura acima dos 50%, sendo de notar, refere a Cushman & Wakefield, "o valor excepcionalmente elevado atingido em 2008".

"Em 2010, confirmando-se a muito antecipada retoma da economia, o volume de procura poderá recuperar ligeiramente face a 2009. As expectativas para a evolução das rendas são assim de manutenção, ainda que em parte suportadas por uma maior propensão à concessão de incentivos por parte dos proprietários", analisa o director do departamento de escritórios da Cushman & Wakefield em Portugal, Carlos Oliveira.

A cidade de Ho Chi Minh, no Vietname, verificou a maior redução de rendas na região asiática, com uma descida de 53%. Na Europa, as cidades de Kiev e Dublin foram as que registaram uma descida mais acentuada no valor das rendas de escritórios prime, com 50% e 38% respectivamente.

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