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Unibanco acaba com operações do Banco1.net

O brasileiro Unibanco anunciou o fim do Banco1.net, especializado em operações financeiras através da Internet, após ter comprado as posições accionistas aos restantes sócios, entre eles a da Portugal Telecom.

29 de Novembro de 2004 às 12:38

O brasileiro Unibanco anunciou o fim do Banco1.net, especializado em operações financeiras através da Internet, após ter comprado as posições accionistas aos restantes sócios, entre eles a da Portugal Telecom.

Todos os clientes do banco virtual foram incorporados pelo Unibanco e a marca vai deixar de existir, anunciou o banco em comunicado. O Banco1.net, criado em 1995, quando oferecia serviços por telefone, uma novidade para a época, tem 72 mil clientes e 200 funcionários que transitam também para o Unibanco.

Entre Janeiro e Setembro deste ano, o banco virtual lucrou 1,4 milhões de reais (385 mil euros) e tem um património de 52 milhões de reais (14,31 milhões de euros).

Esta é razão que os executivos apresentam para argumentar que a incorporação do activo tenha a ver com dificuldades financeiras da instituição. No entanto, as perspectivas para o banco nunca chegaram a verificar-se. Estes serviços na Internet não cresceram como seria esperado.

A Portugal Telecom entrou no banco virtual em 2000, o mesmo ano em que comprou o portal brasileiro Zipnet, que entretanto foi fundido no UOL.

Na altura, o grupo de telecomunicações nacional pagou 70 milhões de euros por 31,5% do banco1.net. Em Julho deste ano, segundo tinha noticiado o Jornal de Negócios, o grupo nacional alienou ao Unibanco a sua posição. Nem na altura nem agora são avançados os números envolvidos na transacção.

Além da PT, também o brasileiro Banco Bozano, com cerca de 15%, e outros investidores, com posições minoritários, venderam as suas posições ao Unibanco que detinha 55% do capital deste banco.

A parceria entre o PT e o Unibanco levou que o banco brasileiro passasse a deter uma participação accionista na operadora de telecomunicações nacional.

As acções da PT seguiam nos 9,01 euros, a subir 0,67%.

*Correspondente em São Paulo

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