Pedro Amaral Jorge deixa liderança da APREN ao fim de sete anos
Pedro Amaral Jorge deixou a presidência da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), ao fim de sete anos no cargo.
A informação foi transmitida em comunicado, enviado esta segunda-feira às redações, pela APREN que não adianta, contudo, as razões da saída.
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A APREN realça o "papel determinante" de Pedro Amaral Jorge "na afirmação da APREN enquanto voz representativa do setor das energias renováveis em Portugal, contribuindo para o reforço do posicionamento do setor no debate público e para a promoção de políticas essenciais à aceleração da transição energética" e expressa o seu "sincero agradecimento" pela "dedicação e energia com que assumiu a liderança na valorização do setor das energias renováveis em Portugal".
"O seu contributo foi fundamental num período particularmente exigente e transformador para a transição energética nacional", refere.
"A APREN comunicará oportunamente informações sobre a nova liderança da associação", diz a entidade, indicando que "até lá, o normal funcionamento da instituição será assegurado pela direção da APREN e pela sua equipa, em representação dos seus mais de 200 membros, garantindo o cumprimento da sua missão de coordenação e representação das prioridades comuns do setor, bem como a promoção das energias renováveis junto de todos os atores do setor da energia e da sociedade civil".
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Formado em Engenharia Mecânica no Instituto Superior Técnico, Pedro Amaral Jorge ingressou na APREN em dezembro de 2018, desempenhando a função de vice-presidente da direção, sucedendo a António Sá da Costa, que esteve 30 anos à frente da APREN.
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