Projecto da Ventinveste terá impacto económico de 630 milhões de euros
Além do investimento directo de 220 milhões para instalar 172 megawatts (MW) de nova capacidade eólica, o Executivo espera outros benefícios para a economia nomeadamente ao nível fiscal.
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As maiores fatias desse impacto virão dos impostos aplicáveis aos novos parques, onde se incluem 244 milhões de euros de IVA e 108 milhões de euros de IRC, segundo o secretário de Estado da Economia, Leonardo Mathias.
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O governante destacou, na apresentação do projecto Âncora (como é designada a parceria da Ventinveste com a Ferrostaal), a transparência do processo de negociação, do envolvimento dos alemães no consórcio eólico, que surge como contrapartida associada aos contratos dos submarinos.
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"Estamos a falar de processos que são claros, transparentes e visíveis e que são avaliados de forma técnica e não política", declarou Leonardo Mathias esta quarta-feira, na fábrica de pás eólicas Ria Blades em Vagos, na região de Aveiro.
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Por seu lado o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, disse que o acordo para o investimento da Ventinveste é "um bom exemplo" do que o Governo pretende na área das renováveis, nomeadamente projectos que não onerem mais os consumidores de electricidade.
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O consórcio Ventinveste receberá nos seus parques eólicos uma tarifa de 68 euros por megawatt/hora, o que, de acordo com o secretário de Estado, está em linha com os 64 euros de custo da electricidade no médio prazo, sem subsídios, estimados pela REN.
"O interesse em promover as energias renováveis é indisputável. Todos concordam na importância das renováveis. O que é difícil não é promovê-las, o que é difícil é promover a energia renovável com tarifas de 68 euros. Isso é que tem mérito", afirmou Artur Trindade durante a apresentação do projecto.
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