Energia, custos e inflação: guerra não preocupa os CEO da Galp, EDP, Nos e Mota-Engil
Líderes das cotadas portuguesas admitem que a escalada geopolítica poderá traduzir-se em maior volatilidade nos preços da energia, aumento dos custos logísticos e pressão inflacionista. Para já, porém, a maioria garante não enfrentar impactos diretos nas operações.
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A escalada do conflito no Médio Oriente está a reacender preocupações entre os líderes das principais empresas portuguesas, que acompanham com atenção os efeitos da crise geopolítica nos mercados energéticos e na economia global. Embora os impactos diretos ainda sejam limitados, vários gestores admitem que a subida dos preços da energia, o aumento dos custos logísticos e a volatilidade nos mercados poderão acabar por refletir-se na atividade das empresas e no poder de compra das famílias.
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