Galp? “Dever do Governo é garantir soberania energética”, diz Castro Almeida
O ministro da Economia garante que está a acompanhar as negociações entre a Galp e a Moeve mas sublinha que se trata de um negócio privado.
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Pode ser um negócio transformador do setor da energia em Portugal – e o Governo está consciente dessa importância, garante o ministro da Economia e Coesão Territorial.
Na conferência que assinala dez anos do programa Conversa Capital, Manuel Castro Almeida sublinha que tal como o Executivo, “estas empresas também sabem que estamos a falar de setores estratégicos”.
Sines, destacou, é a única refinaria portuguesa. “Tem um peso relevante na nossa economia e na soberania do país”.
Por isso, e apesar de este ser “um negócio entre empresas privadas que temos de respeitar”, Castro Almeida sustenta que “o dever do Governo é acompanhar as negociações e na medida do possível garantir o máximo da preservação da nossa soberania energética”. E “se queremos exercer bem esta preocupação, quanto menos falarmos disto em público, melhor”, atirou, concluindo que “haveremos de conseguir uma solução equilibrada que acautele o mais possível o interesse estratégico de Portugal”.
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