Imposto sobre lucros excessivos? “Aguardaremos com serenidade”
Portugal foi um dos cinco países que avançaram com o pedido para serem taxados os lucros excessivos do setor energético. A Galp está ciente da discussão, mas afasta-se do tema. Está focada em garantir a “resiliência da operação”.
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À Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético, entretanto considerada inconstitucional pelo tribunal para partes do setor petrolífero, juntou-se em 2022 um imposto extraordinário sobre os lucros excessivos em resultado da guerra na Ucrânia. Agora, a guerra é outra: entre os EUA e Israel contra o Irão, com forte impacto nos preços do petróleo, mas a ideia de taxar esses resultados excecionais é a mesma. A Galp diz que “aguarda com serenidade” o que for decidido.