Remuneração de Gomes da Silva na Galp aumentou 1,3% em 2019
O presidente executivo da Galp Energia auferiu 1,77 milhões de euros no ano passado, mais 23.020 euros do que em 2018.
Carlos Gomes da Silva (na foto) auferiu uma remuneração total de 1.778.789 euros em 2019, contra 1.755.769 um ano antes, o que corresponde a mais 23.020 euros (1,3%).
Este valor de 1,77 milhões de euros recebido pelo CEO da Galp contempla, desagregadamente, 980.000 euros a título de remuneração fixa bruta, 181.300 euros de remuneração variável anual bruta, 227.500 de remuneração variável plurianual bruta (triénio 2017-2019), 245.000 do Plano Poupança Reforma e 144.989 euros por conta de outros benefícios, revela o Relatório de Governo Societário da petrolífera divulgado junto da CMVM.
Foi na componente "outros" que Gomes da Silva viu crescer o montante levado para casa, ao passar de 110.769 euros em 2018 para 144.989 no ano passado. Na remuneração variável houve uma diminuição de 11.200 euros, ao passo que as restantes componentes mantiveram os valores precedentes.
A remuneração total bruta que a Galp pagou em 2019 aos seus atuais sete administradores executivos (e dois anteriores: Tiago Câmara Pestana e Pedro Ricardo( foi de 6,62 milhões de euros, contra 6,35 milhões em 2018 e 6,15 milhões em 2017.
Já os 12 administradores não executivos atuais (e quatro anteriores) auferiram em 2019 um total bruto de 744100 euros, contra 588.000 euros um ano antes.