Mango com vendas recorde de 3.767 milhões de euros em 2025. Vai abrir três lojas em Portugal em 2026
2025 foi um ano em alta para a Mango. A faturação da cadeia de moda espanhola subiu 13% para 3.767 milhões de euros, o EBITDA (resultados antes de impostos, depreciações e amortizações) também, para 722 milhões de euros, e os lucros aumentaram 11% para 242 milhões de euros.
Mas 2025 não foi apenas um ano "recorde" em termos de vendas, foi também o ano "do maior investimento da história" da marca, fundada, em 1984, em Barcelona, por Isak Andic, que morreu, no final de 2024, e o primeiro sem ele. Segundo a empresa, foram quase 225 milhões de euros "destinados principalmente à expansão e renovação da sua rede de lojas, bem como ao desenvolvimento do Campus Mango e das suas capacidades".
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Em comunicado, divulgado esta quinta-feira, a empresa realça que o canal "online" representa "aproximadamente um terço das vendas totais", mas que "mantém a sua aposta no canal físico, tendo contado mais de 260 aberturas em 2025, elevando para 2.931 os pontos de venda em mais de 120 mercados em todo o mundo, onde emprega mais de 18 mil trabalhadores.
O negócio internacional da Mango representa 78% das receitas totais e, segundo a marca, Espanha, França, Turquia estão no pódio em termos de volume de faturação, seguindo-se Alemanha e Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Portugal.
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Em Portugal, aliás, onde chegou em 1992, a Mango diz ter "reforçado a sua posição", ao registar "um crescimento do volume de negócios na ordem dos 15%", embora sem discriminar o valor absoluto.
E depois de ter aberto quatro lojas em 2025, a gigante espanhola adianta que, em 2026, serão três, "com uma abertura de destaque prevista para o Porto".
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Atualmente, a Mango conta com mais de 50 lojas em Portugal, com um área comercial de 23.000 m² , as quais tinham ao serviço um universo de aproximadamente 520 trabalhadores.
"Transformámos um ano complexo num exercício extraordinário, atingindo níveis recorde nos nossos principais indicadores e reforçando de forma sustentada a nossa rentabilidade. Estes marcos refletem uma empresa que soube consolidar o seu modelo de negócio e projetar a sua proposta de valor com uma clara ambição global", afirma Toni Ruiz, presidente e CEO da Mango, citado na mesma nota, enviada às redações.
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