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Metalurgia contesta termos da diluição dos subsídios

Sector considera “inaceitável” o aumento da carga burocrática e dos custos administrativos para as empresas, que nem terão “tempo suficiente” para fazer as alterações informáticas e contabilísticas até final de Janeiro.

Desde Setembro de 2006 que a indústria americana não tinha tantas encomendas
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 11 de Janeiro de 2013 às 16:20

A substância, a forma e o tempo em que a medida de diluição dos subsídios de férias e de Natal será realizada são contestadas pela Associação dos Industriais Metalúrgicos e Metalomecânicos (AIMMAP), que entende também que “não irá resolver qualquer problema de fundo”, apenas “tentando disfarçar a realidade pelo período de um ano”.

 

Através de comunicado, a associação liderada por Aníbal Campos denuncia que a medida aprovada no Parlamento irá “criar uma série de constrangimentos às empresas, aumentando a carga burocrática a que estão sujeitas e os custos administrativos inerentes”. “Acresce que a medida terá que ser implementada quase em simultâneo com o processamento de Janeiro, não dando às empresas tempo suficiente para as necessárias alterações administrativas, informáticas e contabilísticas”, sublinhou na mesma nota.

 

Além disso, lê-se ainda, “as empresas terão que aguardar mais cinco dias [após a entrada em vigor da lei] para saberem quais as alterações que deverão fazer aos seus sistemas informáticos de processamento de salários”. Foi este o prazo fixado na versão final do diploma aprovado no Parlamento para que um trabalhador do sector privado informe a entidade patronal sobre se quer ou não fraccionar os subsídios.

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