Mau tempo: FIPA defende apoios a fundo perdido
Tempos excecionais exigem medidas excecionais. O presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), Jorge Tomás Henriques, considera que a resposta à crise desencadeada pelas tempestades deve incluir ajudas diretas às empresas.
O presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), Jorge Tomás Henriques, pede um "esforço suplementar" ao Governo para ajudar as empresas no âmbito da resposta à crise desencadeada pelo "comboio de tempestades" que atingiu o país.
Em entrevista ao Negócios e à Antena 1, quando questionado se deviam existir apoios a fundo perdido, Jorge Tomás Henriques foi taxativo: "Sem dúvida alguma".
E relativamente à indústria que representa - com perdas devido ao mau tempo ainda por contabilizar, mas na ordem de "muitos milhões de euros" - aproveitou para fazer um paralelismo com o país vizinho.
"Aliás, noutras circunstâncias, o nosso maior parceiro e maior concorrente, que é a Espanha, tem apoiado de uma forma inequívoca a indústria agroalimentar", sublinhou.
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