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Alex Springer negoceia compra do Business Insider por 500 milhões de euros

A dona do germânico Bild, que entrou este ano na corrida ao Financial Times, está a apostar no segmento digital e deverá avançar nas próximas semanas para a compra da totalidade do Business Insider por 560 milhões de dólares (cerca de 501 milhões de euros).

23 de Setembro de 2015 às 11:07

A empresa alemã Alex Springer "está perto" de comprar o site económico Business Insider por 560 milhões de dólares, avança o site Re/code, acrescentando que fontes próximas das duas empresas acreditam que a transacção será concluída dentro de semanas.

A Alex Springer já era detentora de uma quota minoritária do Business Insider, adquirida em Janeiro, e procura agora ficar no controlo da publicação online.

Já na semana passada, escreve o Re/code, a revista germânica Manager Magazine havia noticiado que a Alex Springer estava a preparar-se para comprar uma quota maioritária do Business Insider, mas fontes agora citadas pelo Re/code apontam que o plano é de uma aquisição a 100%.

Em 2013, a Business Insider facturou cerca de 20 milhões de dólares. Em Janeiro, quando Henry Bloget, o seu fundador, anunciou uma ronda de financiamento, disse que as receitas cresceram 70% em 2014 e que a empresa foi "teve lucros sólidos" na segunda metade desse ano.

Uns meses mais tarde, escreve a Re/Code, Julien Hansen, COO da empresa, veio a público dizer que a empresa não dava lucro porque estava a vocacionar os seus recursos para crescer e expandir-se, tendo recentemente lançado uma edição para o Reino Unido e o TechInsider, um site especializado em tecnologia.

A Alex Springer é detentora dos jornais alemães Die Welt e Bild, e tentou este ano comprar o Financial Times, tendo perdido a corrida para a japonesa Nikkei.

Mathias Doepfner, CEO da Alex Springer, já havia demonstrado interesse em apostar na área do digital, mas os analistas estavam cépticos quanto a uma aposta substancial por parte da empresa alemã.

Segundo a Fortune esta notícia está a ser recebida "com um misto de choque e de ridículo" no mundo dos media. O valor apontado para esta aquisição é "o dobro do que CEO da Amazon, Jeff Bezos, pagou pelo Washington Post" e seria "a maior aquisição desde que o AOL comprou o The Huffington Post, em 2011, por 315 milhões de dólares", salienta a Fortune.

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