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E se Trump abandonasse o Twitter? Rede social poderia perder 2 mil milhões de dólares

Caso Trump abandonasse a sua conta do Twitter, que soma 36,2 milhões de seguidores, a rede social podia perder até 2 mil milhões de dólares, um quinto do seu valor de acordo com as contas do analista da Monness Crespi.

charlottesville virgínia EUA Donald Trump
charlottesville virgínia EUA Donald Trump Reuters
18 de Agosto de 2017 às 10:52

O Twitter parece ser o meio de comunicação de eleição do actual presidente dos Estados Unidos. Donald Trump recorre quase numa base diária à sua conta nesta rede social, criada em Março de 2009 e que conta actualmente com 36,2 milhões de seguidores.

Os seus tweets são vistos por milhões de pessoas e dão azo a inúmeras notícias em todo o mundo, transformando, assim, a plataforma num palco mediático. O que aconteceria se Trump abandonasse o Twitter? A rede social poderia perder até 2 mil milhões de dólares, um quinto do seu valor.

As contas são do analista da Monness Crespi Hardt & Co, James Cakmak, que explicou à Bloomberg que a saída de Trump do Twitter não levaria ao abandono em massa do número de utilizadores activos diários da plataforma. Mas caso perdesse o seu utilizador mais proeminente poderia trazer danos à rede social.

"Não há melhor publicidade gratuita no mundo do que o presidente dos Estados Unidos", apontou James Cakmak. Desde que criou a conta, Trump já publicou mais de 35 milhões de tweets.

Aliás, a influência dos comentários de Donal Trump no Twitter levaram a aplicação Trigger, que disponibiliza informações relevantes sobre os mercados financeiros, a adicionar alertas dos tweets do presidente dos Estados Unidos.

O Twitter não divulga o número total de utilizadores activos diários, mas segundo as contas do analista devem rondar os 125 milhões, um valor 30% inferior aos do Snap, por exemplo.

De acordo com os últimos dados divulgados pela empresa, o número de utilizadores diários cresceu 12% no segundo trimestre face ao mesmo período de 2016.

O analista sublinha ainda que o modelo de negócio do Twitter não enfrenta risco de perder relevância política. No entanto, considera que o "mais importante é a execução da estratégia certa, e face ao actual momento, o Twitter não aproveita a oportunidade que está à sua frente".

A empresa terminou o segundo trimestre com prejuízos de 116 milhões de dólares, acima dos 107 milhões registados no período homólogo de 2016.

As receitas caíram 5% para 574 milhões de dólares, com os proveitos da publicidade a recuarem 8% para 489 milhões de dólares, sinalizando a dificuldade de converter em receitas a frequência da rede pelos utilizadores.

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