O que dá para pagar com o valor da Apple em bolsa?

Esta semana, a empresa norte-americana superou o patamar dos 2 biliões de dólares, em termos de capitalização de mercado. O Negócios reúne, numa fotogaleria, uma série de coisas que seria possível comprar com este valor.
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Gonçalo Almeida e Nuno Carregueiro 22 de Agosto de 2020 às 18:00

A Apple tornou-se a primeira empresa cotada na história dos Estados Unidos a superar a avaliação de mercado de 2 biliões de dólares, na semana que agora finda, num ano atípico para o setor tecnológico, que vincou ainda mais a sua hegemonia no mundo das bolsas. Em apenas dois anos, a Apple engordou 1 bilião de dólares. O mesmo que nos primeiros 38 anos anteriores, quando começou a cotar em bolsa.

Esta fotogaleria mostra-lhe um paralelo entre o valor total da Apple e outros bens, passes de jogadores de futebol, bolsas de outros países ou indicadores económicos. 

Num ano marcado por uma pandemia e a maior contração económica da história dos Estados Unidos, a Apple conseguiu valorizar cerca de 59%.

Desde que se juntou ao clube das "trillion-dollar-babies", a 2 de agosto de 2018, a empresa valorizou 124%. Só nos últimos cinco meses, desde os mínimos de março devido ao choque da pandemia, a Apple mais do que duplicou a sua capitalização. Neste momento existem várias empresas norte-americanas acima da marca de 1 bilião de dólares. São elas a Apple, a Amazon, a Microsoft e a Alphabet, dona da Google.

Em todo o mundo, apenas a petrolífera estatal Saudi Aramco tinha ultrapassado a barreira dos 2 biliões de dólares, em termos de capitalização de mercado. Aconteceu por breves horas, em dezembro do ano passado, no seu segundo dia de negociação em bolsa. 

Esta marca foi atingida pela Apple muito antes da previsão de alguns analistas. Ainda este mês, numa nota da casa de analistas Wedbush, assinada por Daniel Ives e Strecker Backe, ambos consideravam que "a Apple será a primeira empresa a ter uma avaliação superior a 2 biliões de dólares", mas apenas em 2021. 

Esta fotogaleria mostra-lhe um paralelo entre o valor total da Apple e outros bens, passes de jogadores de futebol, bolsas de outros países ou indicadores económicos. 

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Num ano marcado por uma pandemia e a maior contração económica da história dos Estados Unidos, a Apple conseguiu valorizar cerca de 59%.

Desde que se juntou ao clube das "trillion-dollar-babies", a 2 de agosto de 2018, a empresa valorizou 124%. Só nos últimos cinco meses, desde os mínimos de março devido ao choque da pandemia, a Apple mais do que duplicou a sua capitalização. Neste momento existem várias empresas norte-americanas acima da marca de 1 bilião de dólares. São elas a Apple, a Amazon, a Microsoft e a Alphabet, dona da Google.

Em todo o mundo, apenas a petrolífera estatal Saudi Aramco tinha ultrapassado a barreira dos 2 biliões de dólares, em termos de capitalização de mercado. Aconteceu por breves horas, em dezembro do ano passado, no seu segundo dia de negociação em bolsa. 

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Esta marca foi atingida pela Apple muito antes da previsão de alguns analistas. Ainda este mês, numa nota da casa de analistas Wedbush, assinada por Daniel Ives e Strecker Backe, ambos consideravam que "a Apple será a primeira empresa a ter uma avaliação superior a 2 biliões de dólares", mas apenas em 2021. 

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