No Facebook já pode fazer mais do que “like”
A partir desta quarta-feira, os utilizadores da rede social Facebook de todo o mundo podem demonstrar mais reacções do que o apenas gostar ("like") de uma publicação. Podem manifestar tristeza, fúria e amor.
A rede social Facebook disponibilizou esta quarta-feira, 24 de Fevereiro, a nível mundial a sua mais recente inovação. Chama-se "reacções" e são, de acordo com a informação disponibilizada pela rede social na sua página, "uma extensão do botão gostar ["like" em inglês] para dar [aos utilizadores] mais formas de partilhar as suas opiniões sobre uma publicação de uma forma rápida e fácil".
Assim, os utilizadores podem, além de gostar, ter as seguintes reacções: "love" (amar), haha, wow, sad (tristeza) ou angry (fúria). Para isso, de acordo com a rede social fundada por Mark Zuckerberg (na foto), têm de pressionar o botão de "like" nos dispositivos móveis ou colocar o cursor sobre o botão "like" e depois escolher a opção.
"Durante mais de um ano conduzimos pesquisas mundiais incluindo com grupos e [realizamos] inquéritos para determinar que tipo de reacções as pessoas mais quereriam usar", pode ler-se na página da rede social.
"Temos testado ‘as reacções’ em alguns mercados desde o ano passado e temos recebido respostas positivas até agora. Hoje, estamos entusiasmados por poder oferecê-las a todos os que usam o Facebook por todo o mundo. Vamos continuar a aprender e a ouvir os ‘feedback’ para ter a certeza que criamos o conjunto de reacções que são úteis para todos", acrescentam.
Esta novidade surge depois de no passado dia 21 de Fevereiro ter sido revelado que a rede social criada por Zuckerberg ia aliar-se à Samsung para criar o novo cenário das plataformas sociais.
A apresentação da nova câmara da tecnológica foi a rampa de lançamento para a chegada de um convidado surpresa: Mark Zuckerberg. O fundador e presidente do Facebook subiu ao palco para anunciar o estabelecimento de uma nova parceria com a Samsung para desenvolver o futuro das plataformas sociais. Zuckerberg começou por explicar de que maneira os vídeos 360 graus podem alterar por completo as experiências sociais: "é possível assistir aos primeiros passos de um filho como se estivéssemos lá", contou.
"Hoje a realidade virtual é utilizada em jogos e entretenimento, mas em breve isso vai mudar". "Vai ser a nova plataforma social". "Os vídeos são cada mais importantes nas redes sociais. Por dia são carregados centenas de vídeos a 360 graus no Facebook", por isso, continuou, "temos investido nesta área, com a Oculus", empresa que a rede social comprou em 2014 por 2 mil milhões de dólares.