Start Campus: “As câmaras têm de ter mais pessoas para este volume de projetos”
O vazio que existia no setor dos centros de dados começa a preencher-se e a regulação está encaminhada. Ainda assim, a demora nos licenciamentos tem apresentado alguns entraves, especialmente na rapidez de desenvolvimento dos projetos. Apesar do apoio de Sines, a Start Campus defende mais pessoas nas câmaras para o volume de projetos ser acompanhado.
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Os centros de dados são a nova indústria em nascimento no território nacional, prevendo-se um impacto de 3,7 mil milhões de euros na economia em 2031. No entanto, tal como em todos os setores que estão a nascer, há vazios, uma vez que o mercado e a legislação não estão adaptados.
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