Trânsito na A1 reposto de forma condicionada através de faixa que não sofreu danos

Solução temporária foi aprovada pelo IMT e permite que a retoma da circulação no sentido Sul-Norte. Brisa garante que "não serão cobradas portagens em toda a extensão do sublanço, entre os nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul", entre os quilómetros 198 e 189, até à conclusão das obras.
dique mondego.
Lusa
Bárbara Cardoso 19:56

Já se pode circular entre os quilómetros 190 e 192 na A1. A Brisa, num comunicado enviado às redações, anuncia que foi esta terça-feira, 23 de fevereiro, implementada uma solução temporária nesta extensão, "possibilitando a circulação provisória em ambos os sentidos, na plataforma Sul / Norte, limitada a uma via por sentido".

A faixa a transitar será aquela que não sofreu "danos estruturais" na zona em que o dique do Mondego rebentou devido às tempestades que assolaram o país nas últimas semanas. 

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"A solução foi sujeita à avaliação técnica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), mereceu decisão favorável do Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) e permite viabilizar a circulação entre Lisboa e Porto através da principal autoestrada do país, depois do rebentamento do dique do Mondego ter provocado uma rutura na plataforma", explica a Brisa.

Não serão cobradas portagens em toda a extensão, entre os nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul, ou seja, entre os quilómetros 198 e 189 da A1, até à conclusão das obras.

A concessionária explica ainda que a solução surge na sequência da conclusão dos trabahos de "estabilização da laje de transição" na plataforma, feitas no início desta semana, de forma a minimizar o impacto para os condutores.

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A Brisa apela ainda ao cuidado e recomenda "que a circulação se faça com total respeito pela sinalização temporária implementada". 

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