TAP "não aceita que haja um processo contra a própria companhia" por parte da ex-CEO
A TAP não vai chegar a acordo com a ex-CEO Christine Ourmières-Widener. Esta é a palavra do atual CEO da companhia aérea, Luís Rodrigues, que assegura que o processo vai continuar para tribunal.
"A companhia aérea não fez mal nenhum à senhora engenheira Widener. Portanto, não aceita que haja um processo contra a própria companhia e é contra isso que vamos continuar a lutar", explicou Luís Rodrigues ao jornalistas, à margem da BTL.
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O CEO da TAP foi questionado sobre a possibilidade de chegar a um acordo com a sua antecessora antes de o julgamento, que está há três anos na justiça portuguesa, arrancar. A resposta foi não.
A ex-CEO, atualmente na ZeroAvia, deu recentemente uma entrevista ao Observador, onde admitiu que ainda espera chegar a acordo com a TAP, caso a empresa esteja disponível. Christine Ourmières-Widener continua a defender que foi "usada como escudo político" para evitar a queda do Governo - que acabou por acontecer - no âmbito da indemnização milionária à ex-administradora Alexandra Reis.
Ourmières-Widener pede agora uma indemnização de 5,9 milhões de euros, por considerar que foi despedida injusta e ilegalmente. "Encontrar um acordo e deixar as pessoas seguir em frente seria, para mim, a melhor conclusão para todos", atirando para a TAP - "cabe à TAP clarificar a sua posição" - a decisão de ainda não existir um acordo.
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A resposta chega agora pela voz do CEO, que afirmou que o processo vai continuar nas mãos da justiça.
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