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Groundforce deve 13 milhões à ANA. Gestora de aeroportos quer revogar licenças em Faro e Funchal

A ANA - Aeroportos de Portugal quer avançar com a revogação das licenças de ocupação da Groundforce devido a dívidas superiores a 13 milhões de euros. E quer atuar de forma progressiva, começando pelos aeroportos de Faro e Funchal.

Pedro Noel da Luz
Negócios jng@negocios.pt 19 de Julho de 2021 às 22:22
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A ANA - Aeroportos de Portugal quer avançar com a revogação das licença de ocupação da Groundforce pelo facto de as dívidas da empresa de 'handling' serem já superiores a 13 milhões de euros, esclarece a gestora de aeroportos, sublinhando que pretende atuar de forma progressiva e começar pelos aeroportos de Faro e Funchal.

 

Aliás, a ANA já apresentou a proposta de deliberação para revogar as licenças naquelas duas infraestruturas aeroportuárias. A proposta foi enviada a 7 de julho e a gestora aeroportuária detida pela Vinci aguarda pela resposta da empresa de "handling".

 

"A Groundforce ocupa espaços de domínio público aeroportuário pelos quais são devidas taxas conforme legislação em vigor. A ocupação destes espaços está sujeita a licença. Devido ao não pagamento desde março de 2020, e após esgotadas todas as vias para recebimento dos valores em dívida em todos aeroportos da rede ANA, superiores a 13 milhões de euros, a ANA vê-se obrigada a tomar medidas legalmente previstas, com vista à regularização da situação", esclarece a gestora de aeroportos em comunicado.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português.

A TAP garantiu no sábado que não tem quaisquer pagamentos em atraso à Groundforce, depois de a empresa de 'handling' ter acusado a companhia aérea de ter uma dívida de 12 milhões de euros por serviços já prestados.

*Com Lusa

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