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Taxistas admitem novas manifestações contra Uber

Se nada for feito para impedir a Uber de operar em Portugal, os taxistas admitem voltar às ruas, tal como já fizeram no passado dia 8 de Setembro. Florêncio de Almeida descartou ainda a existência de violência na última manifestação.

Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 21 de Setembro de 2015 às 20:06
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António Pires de Lima comprometeu-se a falar com a Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, para determinar porque motivo a decisão judicial aplicada à Uber – que previa o bloqueio da sua actividade – não está a ser cumprida em Portugal.

É este o balanço que a ANTRAL – que representa os taxistas nacionais – faz da reunião desta segunda-feira, 21 de Setembro, no Ministério da Economia. De resto, "continuamos na mesma", reagiu ao Negócios o presidente Florêncio de Almeida.

Na agenda, para além da Uber, estiveram as preocupações dos taxistas quanto a outros agentes como os tuktuk ou empresas de animação turística. "Toda a gente faz transporte sem estar licenciado para o efeito", lamentou. O responsável apontou, uma vez mais, o dedo ao regulador IMT pela falta de actuação.

Quanto à manifestação de 8 de Setembro contra a Uber, classifica a mesma como uma iniciativa que "correu maravilhosamente bem". Questionado sobre os episódios de violência que vieram a público, Florêncio de Almeida descarta-os. "Não houve violência nenhuma", reforçou.

O presidente da ANTRAL acredita que a paralisação "não foi prejudicial [para a imagem dos taxistas]. Antes pelo contrário". Se o cenário em relação à Uber não se alterar, Florêncio de Almeida promete novas acções de protesto. Não há datas, mas será "espontâneo", garantiu ao Negócios.
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