Transportadoras às voltas com o buraco na A1, admitem mais custos e atrasos
HAVI, DHL e Luís Simões admitem mais quilómetros, mais tempo de viagem e custos operacionais crescentes após o corte da A1 junto ao Mondego. CTT desviam rotas e reconhecem atrasos na distribuição num dos principais corredores logísticos do país.
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O colapso de parte da Autoestrada do Norte, entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, após a rotura de um dique do rio Mondego, abriu um vazio no principal corredor rodoviário do país e forçou a logística nacional a reorganizar-se em tempo real. Com o troço intermédio interrompido — precisamente no coração do eixo Lisboa-Porto — transportadoras e operadores postais ativaram planos de contingência para garantir abastecimento e entregas.