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Crescimento da actividade turística em Portugal estabiliza em Outubro

O número de hóspedes dos estabelecimentos hoteleiros portugueses aumentou 10% em Outubro, face ao mesmo mês do ano passado, e as dormidas subiram 6,9%. Uma evolução positiva, semelhante à do mês de Setembro.

Bruno Simão
Rita Faria afaria@negocios.pt 15 de Dezembro de 2015 às 11:51
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A actividade turística em Portugal voltou a crescer em Outubro, prolongando a tendência positiva dos meses anteriores. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta terça-feira, 15 de Dezembro, os estabelecimentos hoteleiros registaram 1,6 milhões de hóspedes e 4,5 milhões de dormidas em Outubro.

 

Estes valores representam um crescimento de 10% e 6,9%, respectivamente, face ao mesmo mês do ano passado, uma evolução semelhante à de Setembro. O crescimento das dormidas em Portugal foi mais expressivo nos apartamentos turísticos (15,8%) e nas pousadas (9,8%).

 

As dormidas de residentes (990,1 mil) aumentaram 2,3%, desacelerando face ao mês anterior (5%) e evoluindo aquém do período acumulado de Janeiro a Outubro (4,9%).

 

Já os mercados externos contribuíram com 3,5 milhões de dormidas (8,3%). Este resultado superou o dos meses anteriores, aproximando-se do de Junho (8,8%).

 

Os dez principais mercados emissores aumentaram ligeiramente a sua quota (80% face a 79,7% em Outubro de 2014). O mercado britânico apresentou um expressivo acréscimo nas dormidas (12,4%), enquanto o alemão (8,3%) desacelerou ligeiramente face aos últimos meses. Pelo contrário, Brasil, Bélgica e Irlanda revelaram evoluções negativas (-9,8%, -9,0% e -2,8%, respectivamente).

 

À semelhança do mês de Setembro, observou-se um aumento das dormidas em todas as regiões de Portugal, com destaque para os Açores, onde as dormidas cresceram 21,9%, e o Norte, com uma subida de 14,9%.

 

Em Outubro, contudo, a estada média (2,75 noites) foi inferior à do mesmo mês do ano anterior (-2,8%). Para este resultado contribuíram principalmente o Centro (-4,4%) e o Algarve (-4,2%). As únicas regiões em que este indicador aumentou foram o Alentejo e a Madeira. 

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