Marcelo tem “esperança” que Web Summit fique em Lisboa por mais anos

O presidente da República deixou uma palavra de esperança de que o Web Summit se realize nos próximos anos em Portugal. E criticou algumas decisões políticas que estão a impedir "a revolução digital".
Bruno Simão/Negócios
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"FAKE NEWS" TIRAR AS NOTÍCIAS FALSAS E O DISCURSO DE ÓDIO DAS PLATAFORMAS "RAPIDAMENTE" As notícias falsas foram debatidas em várias ocasiões. Matt Brittin, presidente de negócios e operações da Google para a Europa, foi dos últimos a abordar o tema, para dizer que se trata de um fenómeno recente, assumindo, no entanto, que a Google "não tem feito o melhor trabalho" neste campo. Porém, "tem trabalhado com várias organizações não governamentais para melhorar a eliminação destes conteúdos e tirá-los das plataformas o mais rapidamente possível". O discurso foi feito no dia seguinte a ter-se ouvido Ann Mettler, da Comissão Europeia, dizer que Bruxelas está a desenvolver acções, não regulatórias, mas com um recado às tecnológicas: não podem fugir das suas responsabilidades.
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Al Gore Um apelo As alterações climáticas foram o tema de encerramento do Web Summit. Al Gore foi recebido em festa e mereceu grandes ovações. Condenou o seu país e Donald Trump por ter abandonado o Acordo de Paris. "Há um movimento global que está a ser liderado pelas empresas. Mas em muitas partes do mundo, os políticos estão a atrasar esta revolução", afirmou. "Mas eu disse que não ia falar da política do meu país". Preferiu, depois, fazer um apelo a quem naquela sala o ouvia. "Há três questões importantes: Temos mesmo de mudar? A resposta é sim. Podemos mudar? A resposta é um grande sim. Vamos mudar? É a mais importante. O propósito de estar aqui não é entreter-vos. É recrutar-vos para serem parte da solução para a crise do clima. Temos de mudar, temos como mudar e, com a vossa ajuda, vamos mudar", concluiu. Os aplausos poderão indiciar que foi escutado. Saiu do palco Al Gore, entrou Marcelo Rebelo de Sousa. "Não é justo falar depois de Al Gore e em cinco minutos. Mas vou tentar". E agarrou a audiência. Deixou o apelo para que o Web Summit fique mais anos em Portugal. E despediu-se com um "até já". Para o ano há mais.
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Sara Ribeiro 09 de novembro de 2017 às 18:10

Depois de o antigo vice-presidente dos EUA, Al Gore, ter subido ao palco do Web Summit, com o Altice Arena completamente cheio, o presidente da República portuguesa foi o convidado para encerrar os quatro dias [o dia de arranque e os três dias de evento] da maior cimeira de empreendedorimo e tecnologia.

"Não é justo falar depois de Al Gore e em cinco minutos. Mas vou tentar", começou por dizer Marcelo Rebelo de Sousa, que conquistou de imediato a plateia.

O Presidente da República começou por dar os parabéns a todos os que fizeram parte do Web Summit. E também "aos empreendedores em todo o mundo que estão a fazer uma revolução. Vocês são os transformadores. Estão a mudar o mundo, não só a economia como a sociedade e a maneira de viver", sublinhou.

Durante o seu discurso, em inglês e por várias vezes aplaudido pela plateia, Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou para responder à intervenção de Al Gore: "Portugal mantém-se no Acordo de Paris" e "queremos continuar".

O Presidente português aproveitou ainda para deixar alguns recados, nomeadamente à regulação e decisões políticas, considerando que alguns políticos têm dificuldade em aplicar medidas que sejam benéficas para esta revolução. "Muitas das decisões políticas estão atrasadas tendo em conta esta revolução", referiu.

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Por fim, terminou o discurso dizendo que uma das palavras que gostaria de destacar no encerramento da cimeira é: "esperança". "Espero que o ponto de encontro, não só em 2018 mas nos próximos anos, seja Lisboa. Portugal merece. Lisboa merece".

Por isso, "no próximo ano, à mesma hora, no mesmo local, vejo-vos a todos". Foi com este "see you all" que Marcelo Rebelo de Sousa encerrou a segunda edição do Web Summit em Lisboa, tendo, depois, abraçado fortemente Paddy Cosgrave, o CEO do evento.

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