Contas da Nos e Mota-Engil e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia
| Contas da Nos e reação à Mota-Engil |
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A sessão na bolsa de Lisboa vai ficar marcada pela antecipação dos resultados da Nos e pela reação aos números da Mota-Engil do final de 2025, apresentados na madrugada desta terça-feira. No anterior relatório, a telecom fechou os primeiros nove meses do ano com lucros de 147,1 milhões de euros - excluindo mais valias com a alienação de torres e efeitos extraordinários, no valor de 54 milhões de euros - o que representa um aumento de 16,4% face a igual período do ano passado. Já a construtora anunciou ter registado lucros de 133 milhões de euros no ano passado, mais 9% face aos 123 milhões apurados em 2024, alcançando o seu "melhor resultado de sempre”. |
| Reeves faz discurso de primavera sobre economia britânica |
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A Ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves, vai proferir o habitual discurso de primavera, no qual vai falar sobre as mais recentes perspectivas económicas e orçamentais. Este discurso será acompanhado atentamente pelos mercados já que, em novembro, foi utilizado para o anúncio de grandes aumentos de impostos, elevando a carga fiscal para um máximo histórico. |
| Evolução da inflação na Zona Euro |
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O Eurostat divulga a estimativa de inflação na Zona Euro, em fevereiro. A divulgação vai ser especialmente importante dado que o índice geral já está significativamente abaixo da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) - ficou em 1,7% em janeiro. Embora o banco central tenha sinalizado que as taxas de juro permanecerão inalteradas num futuro próximo, qualquer descida adicional da inflação aumentaria a pressão sobre o conselho de governadores para que reconsiderem a posição. Em Itália também será divulgado a inflação no mês de fevereiro, enquanto em Portugal o Instituto Nacional de Estatística publica as estimativas mensais de emprego e desemprego referentes a janeiro. |
| Todos os olhos postos no Médio Oriente. Petróleo continua a subir? |
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O conflito que opõe a aliança EUA-Israel e o Irão deverá continuar a definir o sentimento dos mercados financeiros esta terça-feira, quarto dia de confrontos armados. Apesar de ontem o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmando que a Casa Branca prevê que a guerra demora "quatro ou cinco semanas", não descartou a hipótese de se estender "o tempo que for necessário". Face a estes avisos e aos constantes ataques de míssil entre as duas partes, esta segunda-feira as bolsas europeias mergulharam no vermelho, enquanto as norte-americanas conseguiram ficar à tona. Já os ativos-refúgio ouro e dólar conseguiram ganhar terreno, enquanto o petróleo chegou a registar a maior subida em quatro anos. |
| Contas da gigante retalhista Target e corte de rating da Paramount |
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A empresa norte-americana de retalho Target, um fenómeno nos EUA, vai apresentar os resultados do último trimestre. Os analistas antecipam uma ligeira queda nas contas. Em meados de 2025, retalhista viu o CEO renunciar ao cargo, depois de um "boicote" dos compradores, que acusaram a empresa reduzir as iniciativas de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). Brian Cornell foi este ano substituído por Michael Fiddelke, que terá de lidar agora com a quebra nos resultados. Nos EUA, os mercados também vão reagir ao corte do rating da Paramount para "lixo" pela Fitch depois do acordo para a compra da Warner Bros. |
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