Europa valoriza com petrolíferas a contrariarem queda de farmacêuticas
As praças europeias valorizavam impulsionadas pelas petrolíferas e pelas tecnológicas que contrariavam a queda do sector farmacêutico. O Dow Jones Stoxx 50 avançava 0,09% para os 2.800,66 pontos.
A entidade que regula o mercado norte-americano em matéria de saúde pública no que concerne à alimentação e medicamentos, a Food and Drug Administration (FDA) anunciou ontem que os medicamentos da GlaxoSmithKline e da Astrazeneca necessitam de controlo mais apertado, o que fez cair os títulos. O Dow Jones Stoxx de Saúde perdia 1,1% para 424,63 pontos.
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O FTSE [ukx] seguia em contra-ciclo com a maioria das congéneres, e perdia 0,16% para os 4.797,4 pontos. O principal índice de Londres era pressionado pelo sector farmacêutico, com a GlaxoSmithKline e a Astrazeneca a desvalorizarem 3,94% para os 1.145 pences e 6,89% para os 2.204 pences.
O IBEX [ibex] avançava 0,47% para os 8.676,7 pontos com a Telefónica a ser a maior impulsionadora do índice. A operadora valorizava0,53% para os 13,16 euros. A Repsol ganhava 0,73% para os 17,83 euros. A União Fenosa contrariava a tendência e perdia 0,31% para os 19,2 euros.
O CAC [cac] apreciava 0,15% para os 3.836,1 pontos. A Total apreciava 0,54% para os 167,4 euros e a France Telecom subia 0,69% para os 23,44 euros. A Sanofi-Aventis, seguia em linha com o sector farmacêutico, e recuava 2,11% para 57,95 euros.
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O DAX [dax] avançava 0,08% para os 4.182,22 pontos, com a Siemens e a SAP a impulsionarem o principal índice alemão, com ganhos de 0,95% para 61,85 euros e de 0,33% para 138,04 euros, respectivamente.
Em Amesterdão, o AEX [aex] ganhava 0,19% para os 342,33 pontos. A Royal Dustch Petroleum, que controla 60% da Shell, avançava 0,75% para os 43,14 euros e a Philips valorizava 0,5% para os 20 euros.
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