O divórcio desejado
Só falta mesmo que os Estados Unidos abandonem a NATO para que o mundo ensaie uma nova arquitetura de relacionamentos.
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O apetite predatório pela Gronelândia foi um sinal óbvio de que as relações entre os Estados Unidos e a Europa iriam entrar num ponto de viragem. Antes disso, as exigências feitas por Donald Trump aos seus parceiros da NATO, exigindo um maior investimento em Defesa, já tinham aberto caminho para um relacionamento crispado. Agora, a guerra no Irão teve o condão de encaminhar os dois blocos para um divórcio que durará, pelo menos, enquanto o Presidente norte-americano se mantiver no poder.
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