Libertação dos marinheiros britânicos leva petróleo para mínimos da semana
O petróleo segue pouco alterado, depois de já ter estado a negociar no valor mais baixo das última semana, assim que foi conhecido que Teerão libertou os 15 marinheiros britânicos detidos há cerca de duas semanas.
O crude [cl1], negociado no mercado norte-americano, avança 0,09% para os 64,44 dólares e o "brent" [co1], negociado em Londres, valoriza 0,15% para os 68,50 dólares.
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Os 15 marinheiros britânicos, detidos a 23 de Março pelo Irão, foram esta manhã libertadas, tendo já abandonado o país. Esta situação provocou uma escalada no preço do petróleo, que durante a semana passada chegou a atingir o valor mais elevado dos últimos setes meses a negociar nos 69 dólares.
Durante esta semana, e à medida que começaram a surgir rumores que este diferendo se poderia resolver de forma pacifica, o preço da matéria prima começou a corrigir dos fortes ganhos, estando agora a negociar no valor mais baixo dos últimos dias.
No entanto, a evitar maiores quedas, está a diminuição superior ao esperado das reservas de gasolina nos Estados Unidos.
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O Departamento de Energia dos Estados Unidos revelou ontem à tarde que os "stocks" de gasolina caíram em 5,03 milhões de barris, quando era esperado uma redução de apenas 150 mil.
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