Petróleo em foco e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia
| Petróleo no radar |
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Depois de se terem fixado perto dos 120 dólares por barril pela primeira vez desde 2022, os preços do crude acabaram por recuar abaixo dos 90 dólares por barril na sessão de segunda-feira, com o anúncio de que os países do G7 estão a considerar a possibilidade de introduzir crude das suas reservas estratégicas no mercado a dar algum fôlego ao mercado. Nesta terça-feira, véspera de a OPEP divulgar o seu relatório mensal, o petróleo volta a centrar as atenções do mercado e os investidores continuarão a analisar as disrupções causadas no setor energético devido à guerra no Médio Oriente, depois das declarações de Donald Trump durante a noite de ontem de que o conflito vai terminar "muito em breve" e que serão aliviadas sanções sobre o crude em alguns países. |
| Saudi Aramco mostra contas de 2025 |
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No meio de uma escalada de preços que já faz alguns analistas anteciparem um novo choque petrolífero, a Saudi Aramco vai divulgar os resultados de 2025. Os investidores vão avaliar como é que a gigante petrolífera lidou com a queda dos preços globais ao longo do ano, enquanto avança com a sua estratégia de diversificação, mas também pistas sobre o impacto do conflito no Irão. Ainda na temporada de resultados, destaque para os números da gigante automóvel Volkswagen. |
| Balanças comerciais das maiores economias da UE |
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Pelo Velho Continente, são conhecidos os dados da balança comercial de duas das maiores economias da Zona Euro - França e Alemanha – referentes a janeiro. Segundo os últimos dados, o défice comercial de França aumentou para 4,8 mil milhões de euros em dezembro de 2025. Por outro lado, o excedente comercial da Alemanha aumentou para 17,1 mil milhões de euros no mesmo mês, num ano marcado pelos avanços e recuos de Donald Trump sobre as tarifas. Lá fora, a China revelou a evolução da sua balança comercial no arranque deste ano, depois de ter atingido um excedente recorde em 2025. |
| Ecofin reunido com integração dos mercados na agenda |
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Depois de o Eurogrupo ter estado ontem reunido, hoje é a vez de o conselho para os assuntos económicos e financeiros (ECOFIN). Na agenda dos ministros da economia e finanças dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), vai estar o pacote relativo à integração dos mercados e à supervisão, que faz parte da agenda da União da Poupança e dos Investimentos da União Europeia, pasta pela qual é responsável a comissária portuguesa Maria Luís Albuquerque. |
| Emprego privado nos EUA |
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Hoje é dia de o ADP Research Institute dar a conhecer os dados da criação de emprego no setor privado dos EUA na semana passada. A economia norte-americana viu desaparecerem 92 mil postos de trabalho no mês passado, um dos valores mais elevados desde a pandemia que contraria as expectativas dos analistas de um mercado laboral em estabilização. Já a taxa de desemprego subiu de 4,3% para 4,4%, de acordo com dados revelados pelo Departamento de Estatísticas Laborais dos EUA na semana passada. Os números são seguidos de perto já que poderão influenciar a trajetória das taxas de juros na maior economia mundial. |
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