A semana em oito gráficos: Adiamento do Brexit e medidas da China animam bolsas europeias
O adiamento do Brexit decidido pelos deputados britânicos, depois de terem afastado o cenário de não acordo, prolonga a incerteza sobre os termos do divórcio com a União Europeia mas também aumenta a expectativa de poder ser alcançado um acordo mais favorável com as autoridades europeias.
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Isto contribuiu para animar esta semana as praças do Velho Continente, que registaram a maior valorização semanal do último mês. Além disso, voltaram a marcar máximos de cinco meses, ao negociarem em valores de 5 de outubro.
A ajudar ao movimento positivo estiveram as declarações do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, que disse na sexta-feira que o país vai adotar "medidas fortes" para contrariar o abrandamento económico, sugerindo reformas orientadas para o mercado, em detrimento de mais crédito e gastos públicos deficitários.
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Já os juros da dívida portuguesa a 10 anos mantiveram-se em território de mínimos, ao passo que o petróleo registou o melhor ganho semanal em um mês.
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