Bolsa de Lisboa arranca em baixa com BCP a pesar
A bolsa de Lisboa arrancou a sessão desta terça-feira com perdas, em linha com as praças europeias abertas a esta hora, com o índice de referência, o PSI, a recuar 0,12% para 9.266,30 pontos. Isto depois de na segunda-feira ter fechado a negociação a renovar máximos de quase 18 anos. Das 16 principais cotadas, sete ganhavam nos primeiros minutos de negociação, outras sete perdiam e duas mantinham-se inalteradas.
Apesar de três pesos-pesados valorizarem, a queda de 1,87% para 0,9042 euros do BCP foi suficiente para pressionar o PSI - o único banco português cotado acompanha a tendência negativa do setor europeu, que recua quase 1,5% a esta hora.
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Já a Galp subia 0,65% para 18,695 euros, seguindo a valorização ligeira dos preços do petróleo, enquanto a EDP e a EDP Renováveis avançavam 0,42% e 0,45% para 4,350 euros e 13,26 euros, respetivamente.
Também a ganhar estavam a Semapa (+0,41%), a REN (+0,39%), a Navigator (+0,30%) e a Corticeira Amorim (+0,14%).
A Jerónimo Martins mantinha-se inalterada na abertura, bem como a Teixeira Duarte.
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A acompanhar o BCP na tabela das perdas estavam ainda a Ibersol (-0,88%), A Nos (-0,80%) e a Mota-Engil (-0,67%), que se encontra na reta final para fechar a compra de um megaprojeto na Bahia, no Brasil. A Altri, os CTT e a Sonae também perdiam, 0,52%, 0,41% e 0,40%, respetivamente.
Fora do PSI, destaque para a Impresa, que caía 2,60% para 0,1875 euros esta manhã, depois de, na segunda-feira, os obrigacionistas terem aprovado a alteração nos termos da emissão proposta pela administração da Impresa, de modo a ajustar a entrada dos italianos da MFE. Quase três meses após o anúncio do acordo, a operação ainda continua à espera do parecer da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, com o regulador a justificar o silêncio com o sigilo.
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