PSI escapa a perdas europeias e renova máximos de quase 18 anos
O índice nacional conseguiu o melhor desempenho a nível europeu, num dia em que a maioria das bolsas foram afetadas pela nova ameaça tarifária da administração Trump. Nos e Jerónimo Martins dispararam mais de 4%.
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A bolsa de Lisboa escapou às perdas quase generalizadas na Europa, renovando máximos de quase 18 anos, num dia em que maioria dos índices foi penalizada pela incerteza comercial provocada pela Administração Trump.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 1,71% para 9.245,67 pontos, com 14 dos seus 16 títulos no verde, acompanhado nos ganhos pelas praças italiana e espanhola. Esta foi a melhor sessão do PSI desde maio do ano passado.
Entre os pesos pesados, destaque para a Jerónimo Martins, que disparou 4,15% para 22,10 euros. Contudo, foi a Nos a liderar os ganhos, disparando 4,27% para 5,01 euros, num dia de ganhos para as telecom a nível europeu.
A Mota-Engil também esteve entre as principais subidas, ao avançar 3,35% para 5,25 euros, no dia em que foi noticiado que a Mota-Engil está na reta final para fechar a compra de um megaprojeto na Bahia, no Brasil.
Ainda a contribuir para os ganhos do índice, estiveram os pesos pesados Galp e BCP, que subiram 1,86% para 18,58 euros e 1,57% para 0,9214 euros. Já as cotadas do grupo EDP registaram ganhos menos expressivos: a casa-mãe EDP subiu 0,77% para 4,332 euros e a subsidiária EDPR avançou 0,46% para 13,20 euros.
As únicas cotadas que não valorizaram foram a Teixeira Duarte, que estabilizou nos 0,52 euros e a Corticeira Amorim, que caiu 0,41% para 6,90.