Lisboa fecha no verde mas fica aquém das congéneres europeias. Galp trava ganhos
A bolsa de Lisboa fechou no verde esta quarta-feira, embora tenha ficado longe dos ganhos registados pelas principais praças europeias, que foram animadas pelo acordo de cessar-fogo entre EUA e Irão.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,89 % para 9.450,19 pontos, com 11 dos seus 16 títulos no verde. Os ganhos foram travados pela queda de mais de 5% da Galp, que recuou 5,21% para 20,02 euros. Ainda assim, o índice ultrapassou a fasquia dos 9.500 pontos durante a sessão.
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As construtoras, fortemente expostas à conjuntura internacional, lideraram os ganhos. A Mota-Engil somou 8,31% para 5,31 euros, enquanto a Teixeira Duarte avançou 7,99% para 0,473 euros.
Seguiram-se os CTT na tabela de ganhos, com uma subida de 4,92% para 6,72 euros para os correios.
Entre os pesos pesados, foi o BCP que mais valorizou, somando 4,20% para 0,9084 euros, acompanhando os ganhos da banca a nível europeu, setor que tem sido um dos mais penalizados pela crise no Médio Oriente.
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Destaque também para os ganhos do retalho, embora menos expressivos. A Jerónimo Martins subiu 2,34% para 21,00 euros, enquanto a Sonae somou 2,23% para 2,02 euros, atingindo um novo máximo histórico no fecho.
Em contraciclo, as elétricas do grupo EDP fecharam no vermelho. A casa-mãe EDP recuou 0,45% para 4,675 euros, enquanto a subsidiária EDP Renováveis desceu 0,35% para 14,06 euros.
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