Lisboa resiste a stress geopolítico nas bolsas globais. Papel ajuda, mas energia trava

Os EUA lançaram ataques ao Irão em retaliação por abate de helicóptero e voltaram a atirar as bolsas norte-americanas e asiáticas ao chão.
A bolsa de Lisboa negoceia esta quarta-feira em terreno positivo.
Mariline Alves / Medialivre
Leonor Mateus Ferreira 08:16

A bolsa de Lisboa negoceia em alta, resistindo à onda de incerteza que se vive nos mercados financeiros depois de os EUA terem anunciado que ao largo da costa de Omã. Com a maior parte das 16 cotadas em terreno positivo, o índice de referência PSI avança 0,15% para 8.915,02 pontos.

No topo da tabela, a construtora Mota-Engil avança 1,34% para 4,538 euros por ação e Teixeira Duarte sobe 0,61%, enquanto a Corticeira Amorim 1,23% para 6,59 euros. No papel – um setor fortemente dependente da evolução do dólar, que segue esta quarta-feira pressionado pelas tensões entre EUA e Irão, bem como pela antecipação dos dados da inflação dos EUA -, a Navigator ganha 0,23%, a Semapa 0,22% e a Altri 0,4%.

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No retalho, a Jerónimo Martins avança 0,17% e a Sonae 0,11%. O BCP valoriza 0,37% para 0,9222 euros por ação, a recuperar depois de, na última sessão, a ação .

A travar os ganhos do PSI estão os pesos pesados da energia. Apesar de a REN avançar 0,22%, a EDPR perde 0,36% para 13,75 euros e a EDP 0,09% para 4,415 euros. A Galp recua 0,13% para 18,96 euros por ação, numa altura em que o petróleo negoceia com elevada volatilidade após .

Ainda em terreno negativo estão a Iberol (-0,2%) e os CTT (-0,7%). A Nos segue na linha d’água.

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(Notícia atualizada às 08:30 horas)

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