Matérias-primas pressionam Wall Street
O Standard & Poor’s 500 fechou a ceder 0,55% para 2.564,62 pontos e o Dow Jones recuou 0,59% para 23.271,28 pontos.
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Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite desvalorizou 0,47% para 6.706,21 pontos.
Depois de ontem as bolsas norte-americanas terem sido sobretudo penalizadas pelas quedas da General Electric, que se arrastaram a todo o sector industrial, bem como pelos dados económicos provenientes da China - que foram considerados decepcionantes e lançaram novos receios quanto à retoma da economia global -, hoje foram as "commodities" que mais pesaram na tendência.
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Entre as matérias-primas, foi o petróleo que mais penalizou as bolsas. Os preços do "ouro negro" desceram, devido ao novo aumento das reservas norte-americanas de crude, tendo penalizado as cotadas do sector da energia e castigado os mercados accionistas de uma forma geral.
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Além disso, também os metais industriais tiveram um desempenho generalizadamente negativo na sessão de hoje, castigando as cotadas do sector – que ainda esperam pelos anunciados fortes investimentos da Administração norte-americana em infra-estruturas.
As praças em Wall Street continuam ainda a ser pressionadas pelo facto de o Senado ter revelado que o seu plano fiscal prevê um adiamento, para 2019, da redução de IRC. O que significa que parece cada vez mais difícil ver a reforma fiscal ser aprovada ainda em 2017.
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Os investidores vão estar também atentos, amanhã, à divulgação de vários indicadores económicos dos EUA. Como habitual, serão conhecidos os pedidos de subsídio de desemprego relativos à semana passada. E será ainda divulgado o índice de preços na importação e exportação, bem como a produção industrial de Outubro.
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