Sector da energia penaliza bolsas dos EUA
O Dow Jones recuou 0,24% para 15.521,97 pontos, o Nasdaq cedeu 0,39% para 3.599,14 pontos e o S&P500 perdeu 0,43% para 1.684,44 pontos.
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Os investidores estavam a aguardar a divulgação do relatório sobre o número de contratos de promessa de compra e venda de casas nos EUA. O índice desceu 0,4%, em Junho, para 110,9 pontos, depois de no mês anterior ter subido para máximos de Dezembro de 2006. Os economistas consultados pela Bloomberg previam que o índice tivesse caído 1%, em Junho, depois de ter registado o maior aumento desde Abril de 2010, em Maio (6,7%). Apesar da queda ter sido inferior ao esperado, os investidores acabaram por receber mal a notícia.
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A penalizar os índices esteve o sector da energia, afectado pela queda de cerca de 4% do gás natural, depois de se especular que a procura pelo combustível deverá ser menor devido às condições climatéricas.
As acções da Perrigo caíram 6,75% para 125,17 dólares, depois da empresa ter anunciado que vai comprar a farmacêutica irlandesa Elan Corp por 8,6 mil milhões de dólares (6,5 mil milhões de euros).
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Já os títulos da Omnicom, que chegaram a disparar mais de 8%, fecharam a ceder 0,55% para 64,75 dólares, depois de ter sido anunciado que vai fundir-se com a francesa Publicis, uma operação que dará origem à maior empresa de publicidade do mundo. As acções da francesa avançaram 0,08% para 59,40 euros, depois de ter chegado a subir 6,60%.
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A Bloomberg realça que esta semana será recheada de dados económicos que deverão dar mais pistas sobre a evolução da economia. A evolução do produto interno bruto (PIB), o relatório sobre o mercado de trabalho e as reuniões dos bancos centrais dos EUA e da Zona Euro serão alguns dos eventos que vão marcar a semana.
Os investidores estarão também atentos à divulgação dos resultados de várias cotadas. Só nos EUA serão publicados os números de 130 empresas que negoceiam no S&P500. Das 264 empresas deste índice que já apresentaram os seus resultados trimestrais, 73% superou as estimativas dos analistas para os resultados e 56% superou as previsões de receitas, segundo a Bloomberg.
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