Bolsa A semana em oito gráficos: semana morna nas bolsas com petróleo e dólar em queda

A semana em oito gráficos: semana morna nas bolsas com petróleo e dólar em queda

As bolsas do Velho Continente registaram uma tendência mista esta semana, mas não subiram nem desceram mais de 0,50%.
A semana em oito gráficos: semana morna nas bolsas com petróleo e dólar em queda
Reuters
Carla Pedro 21 de julho de 2018 às 09:30

A ajudar à valorização esteve o optimismo do presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, que estima que a economia norte-americana continuará robusta.

 

Já a pressionar esteve sobretudo automóvel, numa altura em que os EUA e a União Europeia estão envolvidos numa disputa comercial que pode implicar a imposição de tarifas aduaneiras neste sector.

 

A bolsa nacional esteve entre as que cederem terreno, tendo resvalado 0,25%. As cotadas com pior performance no PSI-20 foram a Semapa e a Pharol. Já os melhores desempenhos estiveram do lado da Jerónimo Martins e da Ibersol.

 

As restantes bolsas europeias negociaram a revelar um comportamento misto, mas com oscilações pouco expressivas, já que nenhuma subiu nem desceu mais de 0,50%.

 

O alemão Dax liderou os ganhos do Velho Continente, seguido do britânico FTSE. Do lado negativo esteve o espanhol Ibex.

 

Entre as cotadas europeias que mais se destacaram pelo lado positivo esteve farmacêutica finlandesa Orion Oyj, ao passo que a sueca BillerudKorsnäs, que fabrica material de embalamento reciclável, a sobressair pela negativa.

 

Nos EUA, os principais índices tiveram uma performance ligeiramente positiva no acumulado da semana, com a United Continental e a Arconic entre os melhores desempenhos do S&P 500.

 

Já no mercado cambial, o euro continuou a ganhar terreno face ao dólar, com a nota verde a ser penalizada pelas críticas feitas à Fed por Donald Trump. O presidente dos EUA está contra a política de aumento gradual dos juros seguida pelo banco central do país e considera que um dólar demasiado forte é prejudicial para a maior economia mundial. 

 

Nas matérias-primas, o destaque, pela negativa, foi para o petróleo, numa semana em que a maioria das "commodities" negociou no vermelho, muito à conta das tensões comerciais.




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