Ações das “big tech”, farmacêuticas e petrolíferas são as mais sensíveis às “midterms”
Lucros, crescimento económico, inflação e taxas de juro são vistos como fatores muito mais importantes para as ações, apesar de as eleições serem acompanhadas de perto pelos investidores. Os analistas recomendam considerar as vias políticas que se poderão abrir ou fechar consoante cada resultado.
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As eleições intercalares nos Estados Unidos vão ditar o sentimento dos mercados nos próximos meses. Um Congresso dividido limita grandes alterações legislativas ou reviravoltas bruscas em termos de iniciativas orçamentais, aponta Angelo Kourkafas, estratega sénior global da consultora Edward Jones. E isso deixa o mercado estabilizado. Já no caso de um controlo total por parte dos democratas, poderá haver um maior escrutínio regulatório sobre as “big tech”, farmacêuticas e petrolíferas, com os setores ligados à transição energéticas e a gastos públicos específicos a poderem sair mais favorecidos. Logo, serão as empresas desses setores que mais poderão sobressair em bolsa — pelo menos no imediato.