Lisboa acompanha otimismo europeu sobre fim da guerra. BCP acelera 3,5%
O banco liderou os ganhos, num dia em que o PSI acompanhou as subidas das bolsas europeias, animadas pela perpetiva do final do conflito no Médio Oriente. A Galp fechou no fundo da tabela, com a queda dos preços do petróleo.
A bolsa de Lisboa seguiu os ganhos robustos a nível europeu, com as bolsas animadas pela perspetiva de o conflito no Médio Oriente terminar em breve, como garantiu o Presidente dos EUA, Donald Trump.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 1,67% para 9.023,78 pontos, com 14 dos seus 16 títulos no verde. O índice voltou a fechar acima da fasquia simbólica dos 9.000 pontos, o que não acontecia há uma semana.
Os ganhos foram liderados pelo BCP, com uma valorização de 3,51% para 0,8384 euros, corrigindo parte das perdas recentes. A banca tem sido um dos setores mais afetados a nível europeu desde o início do conflito.
Ainda entre os pesos pesados, as cotadas do grupo EDP registaram um desempenho bastante positivo. A casa-mãe ganhou 2,86% para 4,309, enquanto a subsidiária EDPR somou 3,20% para 12,91 euros.
Destaque também para os ganhos de mais de 3% da Teixeira Duarte, com a construtora a somar 3,03% para 0,476 euros.
Em sentido contrário, a Galp fechou no fundo da tabela, seguindo a desvalorização do crude a nível internacional. A petrolífera nacional recuou 1,89% para 16,69 euros.
A única outra cotada a fechar no vermelho foi a Mota-Engil, que recuou 0,26% para 4,572 euros, na véspera do "capital markets day" da empresa.
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