Bolsas europeias são as que menos cavalgam onda tecnológica. Nos EUA brilha a IA e na Ásia os chips
A ascensão das empresas ligadas aos serviços de comunicação e às tecnologias da informação, com destaque para a inteligência artificial, criou uma grande euforia nas bolsas. A maioria não quer perder este comboio e há até quem já tenha entrado sem saber. Mas também há quem prefira ser mais cauteloso.
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As ações do setor tecnológico têm uma ponderação sem precedentes nas bolsas globais e chegam a representar mais de 40% dos principais índices de referência, como o Standard & Poor’s 500 e o MSCI AC Asia. Esta forte concentração, impulsionada pelas enormes capitalizações de mercado nas áreas da inteligência artificial (IA) e da computação em nuvem, cria oportunidades de crescimento significativas, mas também alguns riscos para as carteiras. Mas, apesar de algumas ameaças — como a de uma bolha —, a tendência tem-se mantido: a maioria dos investidores quer entrar no comboio das compras quando se trata de pôr no cesto as “big tech”.