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Coronavírus chinês abala Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico regressaram à negociação em terreno negativo, pressionadas pelo vírus mortal com origem na China, devido aos receios de que possa prejudicar o crescimento económico.

Bolsas, bolsa, Wall Street,
Bolsas, bolsa, Wall Street, Reuters
21 de Janeiro de 2020 às 21:07

O Dow Jones encerrou a ceder 0,52% para 29.196,92 pontos, depois de estabelecer na passada sexta-feira o valor mais alto de sempre, nos 29.373,62 pontos.

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 recuou 0,27% para 3.320,79 pontos, após ter fixado no dia 17 de janeiro um novo recorde, nos 3.329,88 pontos.

Também o tecnológico Nasdaq Composite fechou em baixa, a perder 0,19% para 9.370,81 pontos. Na sexta-feira tinha marcado um novo máximo histórico, nos 9.393,48 pontos.

Os mercados acionistas e obrigacionistas dos Estados Unidos, que estiveram encerrados na segunda-feira para celebração do feriado de Martin Luther King Jr., reabriram assim esta terça-feira a inverter a tendência dos últimos dias.

Nas últimas sessões, os principais índices de Wall Street marcaram sucessivos máximos históricos, sustentados sobretudo por quatro fatores: bons dados económicos, resultados sólidos, juros baixos e alívio das tensões comerciais entre os EUA e a China.

No entanto, hoje cresceram um pouco por todo o mundo, e os EUA não foram exceção, os receios em torno do impacto – não só na saúde mas também na economia – da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) causada por um coronavírus identificado na China.

A CNN avançou que o vírus já chegou a território norte-americano, o que agravou ainda mais as preocupações.

As empresas que operam nos produtos de luxo registaram a maior queda agregada desde outubro passado, devido ao receio de que o vírus contenha os gastos numa altura que costuma ser de grandes compras (Novo Ano Chinês).

As cotadas do setor industrial estiveram entre os piores desempenhos da sessão, com a Boeing a cair perto de 4% – isto no dia em que a Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês) disse que não tem agenda para a aprovação do regresso do 737 Max aos céus.

A FAA referiu que não conta aprovar o regresso desta frota da Boeing antes de junho ou julho –meses mais tarde do que era esperado. 

A própria fabricante aeronáutica referiu que não espera o regresso destes seus aviões antes de meados do ano. Recorde-se que os 737 Max foram proibidos de voar depois de dois acidentes fatais. 

Entretanto, a divulgação de resultados prossegue a bom ritmo do outro lado do Atlântico e esta terça-feira o destaque vai para a Netflix, que apresenta as suas contas após o fecho da bolsa.

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